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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as operações da segunda-

feira com preços mais altos. As preocupações com o tamanho da safra sul-americana voltaram a

dominar as operações. As chuvas do final de semana na Argentina tiveram volumes bem abaixo do

esperado pelo mercado.

 

Com isso, os participantes voltaram a adicionar prêmio de risco climático aos contratos, colocando as

cotações em níveis próximos aos maiores em duas semanas. A possível redução na produção sul-

americana, por conta da estiagem, é interpretada pelos operadores como uma possibilidade de

maior demanda pela soja americana.


O Ministério da Agricultura da Argentina reduziu a estimativa de safra do país para 48 milhões de

toneladas. Em dezembro, o número oscilava entre 52 milhões e 53 milhões de toneladas.


Os contratos da soja em grão com vencimento em março fecharam com alta de 30,50 centavos de

dólar a US$ 12,15 1/2 por bushel. A posição maio teve ganho de 30,00 centavos de dólar, encerrando

a US$ 11,25 1/2 por bushel.

 

Nos subprodutos, a posição março do farelo teve preço de US$ 321,00 por tonelada, alta de US$ 9,10.

 

Os contratos do óleo com vencimento em março fecharam a 51,42 centavos de dólar por libra-peso,

alta de 0,99 centavo frente ao fechamento anterior.


Inspeções

 

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 35,666 milhões de bushels na

semana encerrada no dia 19 de janeiro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de

Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 41,048

milhões de bushels (número revisado).


No ano passado, em igual período, o total foi de 43,856 milhões de bushels. No acumulado do ano-

safra, iniciado em 1 de setembro, as inspeções estão em 675,802 milhões de bushels, contra 935,559

milhões de bushels no acumulado do ano-safra anterior.

Última atualização ( Ter, 24 de Janeiro de 2012 11:05 )